Radar FSTech
O arquivo do Radar.
Cada edição é um corte editorial: o que aconteceu, por que importa e o que fazer. Sem hype, sem volume vazio.
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Edições publicadas
As edições preservam o layout original de envio. O Radar novo chega primeiro por email.
IA exige operação e infraestrutura.
A FSTech agora é OpenAI Select Partner. O valor aparece quando modelo, processo e capacidade física operam juntos.
O software genérico perdeu valor.
A defesa está na camada operacional própria: contexto, dados, regras e ação verificável.
O manual virou plano de controle.
Skills, toolsets e leis públicas viraram superfície governada.
A IA entrou no plano de controle.
Modelo, repositório e pagamento viraram superfície governada.
O modelo é a parte substituível do seu stack.
Um modelo de fronteira saiu do ar em três dias. A ontologia é o que permanece.
A IA saiu do software.
Quando a IA sai do chat, o gargalo deixa de ser resposta. Vira operação.
A ontologia subiu no palco da NVIDIA.
No keynote de Taipei, Jensen Huang descreveu o agente peça por peça.
Quando a memória da IA vira risco operacional.
Nosso PR #47 no ai-memory foi mergeado.
O próximo moat é o loop de correção.
Sistemas que ficam melhores depois do uso.
A nova corrida da IA é endurance.
O sinal forte não é modelo mais esperto. É sistema que continua.
O avanço real é o verificador.
O sinal forte não é autonomia. É prova, triagem e critério externo.
Agente bom tem revisor.
Decomposição, revisão e critério, não modelo maior.
O gargalo agora é capacidade.
Anthropic ampliou capacidade com o Colossus 1.
IA sem verificador não escala.
O problema não é o modelo. É o ciclo aberto.
O harness venceu o modelo.
Três open weights reescreveram a fronteira em uma semana.
A bomba do SaaS.
Três sinais, mesma fratura no modelo de software.
Três sinais. Do ruído.
Dez itens no radar. Três merecem ação.
Menos notícia. Mais decisão.
A newsletter da FSTech passa a se chamar Radar.
O perímetro que ninguém desenhou.
Vazamento via contractor e segurança de agentes.
O modelo não é mais o campo de batalha.
A disputa migrou para o harness e a operação.
A Palantir nos deu o melhor endosso possível.
DevCon 5 validou 90% da tese de Ontologia Operacional.
O agente não precisa ser mais inteligente. Precisa ser mais governado.
Governança antes de capacidade.
Agentes ficaram mais baratos. Ficaram mais inteligentes?
Custo caiu; critério continua sendo o gargalo.
Publicamos o método
Framework de Ontologia Operacional FSTech agora é público.
Os projetos que não entrariam na planilha
Web Summit Rio e o início do processo com a Anthropic.
O problema nunca foi a IA
87% dos projetos de automação com IA falham. O problema é estrutural.